Inaugurada em julho de 2021, a Biblioteca Chico Mendes presta homenagem ao professor e historiador residente em Paquetá, cuja trajetória foi marcada pela dedicação à pesquisa, à preservação da memória e à difusão do conhecimento.
Seu acervo reúne cerca de 2.300 volumes, abrangendo áreas como História do Brasil, História do Rio de Janeiro, artes, jornalismo, comunicação, cinema, futebol, culinária e literatura.
Destaca-se, especialmente, a expressiva coleção dedicada à Ilha de Paquetá, composta por livros, documentos, periódicos, mapas, folhetos, cartazes e outros materiais de interesse histórico.
A partir do século XVI
Entre as obras preservadas encontram-se exemplares raros datados a partir do século XVI, incluindo edições de reconhecido valor bibliográfico, que conferem à biblioteca um importante papel na preservação do patrimônio documental e bibliográfico, de expressivo valor histórico.
Projetada para atender pesquisadores, estudantes e o público interessado, a Biblioteca Chico Mendes conta com espaços voltados à consulta e à pesquisa, sedo a salvaguarda de um acervo de expressivo valor histórico, que contribui para a preservação da memória de Paquetá, da história fluminense e do Brasil.
Seguem fotos de algumas das preciosidades que fazem parte da Biblioteca Chico Mendes:
Gravura colorida do exemplar Novissimas Horas Marianas em Oficio Menor, impresso em Paris, em 1852
Coleção de obras de Shakespeare, em rara edição histórica
Livro sagrado do Islã, Alcorão ou Corão, escrito a mão, com comentários, e capa em couro
Além das coleções de referência, a Biblioteca Chico Mendes destaca-se não só pelo conjunto de obras raras, mas igualmente por suas publicações especiais, fotografias históricas e documentos que reúne, essenciais para compreensão da memória e da sociedade.
São coleções de jornais, revistas, menus, folhetos de propagandas diversas e de políticos, mapas, originais de caricaturas, cartuns, charges etc., sem falar no acervo de fotografias de fotógrafos, como Marc Ferrez, Guilherme A. Santos, Juan Gutierrez, Augusto Malta e Walter Firmo, entre outros.
Ao lado, alvará de proibição de exportação de escravos de 1816 e, documento sobre o tráfico de escravos, também com data de 1816
Original assinado por José Bonifácio
Constituições de 1934 e 1936, com assinatura dos deputados constituintes