A Casa de Cultura José Bonifácio foi aberta ao público pela primeira vez em 23 de junho de 2018, na Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, com um concerto da Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. O imóvel é tombado pelo IPHAN desde 1938, por ter sido o local onde o Patriarca da Independência cumpriu seu exilio e morou.
A partir daí passou a receber visitantes na área externa, onde ficam os jardins, quiosques, coretos etc.
A Casa onde está abrigado o Museu da Comunicação e Costumes, com cerca de 20 mil peças, só abriu as portas em 5 de agosto de 2022.
Assim mesmo, uma vez por semana, graças aos esforços dos voluntários que participam do sonho de levar cultura a Paquetá.
Para moradores da Ilha e turistas foi a oportunidade de entrar não lugar onde José Bonifácio viveu, que sempre foi propriedade particular e NUNCA teve acesso público.
A visitação ao acervo ocorre na parte da manhã dos sábados, sendo que os espaços dos jardins ficam abertos de sexta feira a domingo, das 9 às 14 horas.
Destaque-se que a visita ao Museu de Comunicação e Costumes só é feita em grupo e de forma guiada, pois, como grande parte das peças ficam soltas nas salas de exposição, não é permitida a entrada de pessoas que não estejam acompanhadas pela equipe formada pela museóloga e seus dois assistentes.
O Museu da Comunicação e Costumes possui um acervo de mais de 20 mil peças, colecionadas ao longo de 70 anos por seu proprietário, o jornalista Fichel Davit Chargel. São peças que testemunham usos e tradições dos séculos passados, bem como vasto material referente à comunicação.
Os visitantes que percorrem as 12 salas do espaço, ficam impactados com o que presenciaram, ressaltando que nunca imaginaram encontrar um museu como aquele em Paquetá.
A visita é interativa e em vários momentos peças do acervo podem ser manipuladas, assim como são colocados para funcionar raridades mecânicas e musicais. E nossa equipe educadora está preparada para adaptar a apresentação da exposição para os diferentes perfis de grupo e faixa etária, bem como para o aprofundamento sobre partes específicas do acervo.
Porque as visitas são guiadas
Só há visitas exclusivamente guiadas, o que se justifica por:
● maior controle do fluxo de visitantes;
● redução de riscos ao acervo e às instalações;
● melhor aproveitamento educativo do conteúdo exposto;
● necessidade de mitigação das vulnerabilidades do local.
● Os grupos podem ter no máximo 6 (seis) integrantes e são formados por ordem de chegada.
● A visita leva de 40 minutos a uma hora e meia, dependendo da receptividade dos componentes do grupo
● Atualmente as visitas são feitas aos sábados, das 8h30 às 11h30, por falta de recursos do museu para ampliar o acesso do público.